Já Não Mais Ontem

Agora está confirmado! A estreia do último trabalho da Paraphernalia no cinema já tem data definida. Vai ser dia 01 de junho, às 20 horas, na Cinemateca de Curitiba. Todos estão convidados. A Cinemateca de Curitiba fica na Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1174.

Já Não Mais Ontem
Uma mulher que assume o prazer que sente em praticar atos criminosos. Um homem agindo contra tudo que sempre pregou. Duas vidas que se relacionam e mostram até que ponto coexistem.
Direção, produção, e figurino: Luci Orttega
Roteiro, edição, fotografia e mixagem: Fábio Miranda
Elenco: Monique Rau e Ricardo Juchem
Duração: 8 min
Classificação Indicativa: 16 anos
Gostaríamos de agradecer a Pulp, ao pessoal da Fundação Cultural de Curitiba e a Coordenação da Cinemateca de Curitiba que nos ajudaram a promover essa estreia.
Anjos e Demônios

Na publicidade existe o seguinte dilema: a propaganda boa é aquela que vende mais ou a que ganha prêmios?
Anjos e Demônios, baseado no livro de Dan Brown, também enfrenta esse dilema. É um filme que não tem nada de mais, que faz uma mistura de significados, mas funciona perfeitamente. É como dizer que Dan Brown sabe fazer um ‘arroz com feijão’ muito bem. Não há ousadia e nem elementos que façam do filme um paradigma (apesar de lidar com temas relacionados a fanatismos em nossa sociedade). Ou seja, não ganharia prêmios nos mais conceituados festivais.
Por outro lado, ele funciona de maneira satisfatória para o que se proprõe. Ele é isso e pronto.
Dan Brown é um cara muito inteligente, sabe muito bem o que está falando e a misturada que faz com tudo que sabe. Sabe que isso funciona.
Exemplo 1.: Qual é a porcentagem dessa população que se diz católica, que sabe por exemplo, quem assume, temporariamente, o posto de Papa, quando esse morre?
Exemplo 2.: Qual é a porcentagem dessa população que se diz viver na Era da Informação, sabe que não existe nenhuma ordem conspiratória denominada Illuminti, e sim, que Illuminatus é um grau que se obtem em qualquer ordem oculta, ou discreta, como algumas se denominam, depois de alguns anos de estudo?
É, Dan Brown sabe, e soube também misturar tudo. Pegou milhares de anos de história e simbologia, inventou algumas coisas e fez tudo se encaixar de uma maneira didática (infantil seria a palavra ideal, mas possivelmente seria entendida de maneira pejorativa) e fez todo mundo entender e sair de uma leitura (ou uma sala de cinema) achando que aprendeu algo.
Na sequência, pra explicar um pouco da confusão que Dan Brown faz, alguns siginificados descritos por Marcelo Del Debbio, que escreve pra coluna Teoria da Conspiração do blog Sedentário e Hiperativo.
A Origem do Nome
O termo “Illuminati” ficou famoso por causa da loja de estudos fundada pelos professores Adam Weishaupt e Adolph Von Knigge em 1º de Maio de 1776, mas as origens deste termo são muito mais antigas e muito mais simples do que parecem.
Illuminati vem de “Iluminados”, ou seja, qualquer sacerdote ou estudioso que atingiu determinada posição dentro do Templo que permitiu a ele dispor de segredos iniciáticos até então desconhecidos aos graus inferiores.
O termo vem da correlação com o SOL. O centro do Templo, o Deus de nossos próprios corações. Simbolicamente denominado Tiferet, na Kabbalah; o grau de consciência no qual todos os quatro elementos estão dominados e o Adepto prossegue para a Câmara do Meio.
O grau de Illuminatus é um dos mais altos graus de diversas Ordens Esotéricas; o equivalente à “Faixa Preta” nas artes marciais… mas isso é tudo o que Illuminatus significa: alguém que deteve os conhecimentos de grau daquela Ordem, nada mais.
Achar que os “Illuminati” estão todos operando em uníssono para a dominação do mundo é tão ingênuo quanto achar que todos os “faixas-pretas” do mundo lutam e aprovam o mesmo estilo de combate.
A Estrutura dos Illuminati
A maioria dos graus ligados à Rosacruz ou aos gnósticos trabalha com graus baseados nas Emanações da Árvore da Vida. Esta estrutura foi desenvolvida inicialmente nos Templos de Toth/Hermes, mas contava apenas com sete graus, baseados nos Planetas Alquímicos (Lunae, Mercure, Veneris, Martis, Jovis, Saturni e Solis), sendo Solis o mais avançado. Cada grau possuía um Kamea (Quadrado Mágico) correspondente. Mais tarde os Pitagóricos finalizariam a estrutura para conter 10 esferas numeradas, como conhecemos hoje em dia.
Da relação do Sol com a iluminação tanto exotérica quanto esotérica, chamavam-se estes Mestres de “Mestres Iluminados”. O número 666 era atribuído a estes Mestres.
666? Mas não é o número do capeta?
Não… a origem do 666 é muito mais simples e prosaica; vem dos Kameas de cada um dos sete graus iniciáticos das Escolas de Toth.
Um Kamea é um “quadrado mágico” contendo os números e nomes (da conversão numérica para o alfabeto hebraico) divinos que servem como janelas para entender a natureza do ser humano e como ela interage com o macrocosmos.
E existem Illuminatis malvados, afinal?
Claro que existem!!! Da mesma maneira que você não tem como impedir que lutadores de jiu-jitsu faixa preta saiam pela rua batendo em mendigos, você também não tem como impedir que pessoas que tenham chegado aos últimos graus de conhecimento nas Ordens Esotéricas fundem suas próprias ordens. Basta ver que a Thulegesselshaft (que mais tarde seria a base de toda a estrutura nazista), a Ordem dos Nove Ângulos, a Igreja de Satã, o Scroll and Key, a Centúria Dourada, os Acumuladores e muitas outras ordens tidas como “fraternidades negras” tiveram entre seus fundadores pessoas que um dia obtiveram graus iniciáticos semelhantes aos dos Illuminati.
Para mais informações, e o texto completo acesse Sedentário e Hiperativo.
Mahmoud Ahmadinejad, Contardo Calligaris e Michel Foucault

Uma coisa que ainda nos assusta nos dias de hoje é um tipo de simpatia com regimes ditatoriais/nazistas/facistas/(…). É um tema delicado e que merece muita atenção. Vamos aos fatos: estava marcada uma visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, aqui no Brasil. A questão é que, recentemente na Conferência Contra o Racismo da ONU, em Genebra, ele fez alguns pronunciamentos um tanto quanto (digamos, no mínimo) constrangedor.
O discurso incendiário que Ahmadinejad fez recentemente em Genebra, chamando Israel de racista e questionando o Holocausto, tornou o momento desfavorável para a visita, acredita Vannuchi.
“É gravíssimo que um chefe de Estado coloque o Holocausto em questão em 2009″, disse o ministro. “É como expressar simpatia com Hitler.”
Ou seja, teríamos que receber alguém que coloca em questão as atrocidades do Holocausto. Pois bem, na sua coluna da Folha de São Paulo de hoje, Contardo Calligaris, faz algumas análises interessantes. Além de mostrar por que motivos o Brasil iria recebê-lo, ele ainda traça um paralelo com o pensamento do filósofo francês, Michel Foucault.
Texto na íntegra na sequência.
Apple e Twitter

O twitter é uma ferramenta que está muito em evidência, mas ainda ninguém sabe exatamente como usar, pra que usar, quando usar. Todos estão testando e inventando (e é isso mesmo que é para fazer), assim como toda essa questão da web 2.0 (que todos estamos testando e vendo onde vai dar). O twitter nasceu em 2006, ou seja, cerca de 3 anos de existência, e foi fundado por Jack Dorsey. Nos últimos meses alcançou impressionantes níveis de crescimento, mas ao mesmo tempo baixo índice de retenção de usuários. Cerca de 40% das pessoas que entram no twitter continuam depois de 1 mês de uso.
O fato é que, sempre que surge um boom desses relacionado a internet, chove empresas querendo comprar. Mas poucas vezes a Apple quis adquirir uma dessas ferramentas. O que muitos se perguntam é o porquê do interesse. O que será que Steve Jobs está pensando? Será que o novo iPhone vai ter mais novidades do que se imagina? Perguntas que ficam no ar.
Só para constar, leitor, não existe ainda nenhuma confirmação da proposta e o valor que tem se falado é US$ 700 milhões, sendo que o twitter é avaliado em US$250 milhões.
Link da notícia da Folha .
Mais nostalgia

Há uns dias, falamos sobre Rocky Balboa e a maneira como influênciou os garotos de uma geração. Agora é a vez do Mario Kart e Pacman, dois jogos que fizeram sucesso na década de 90. Abaixo segue dois vídeos de um grupo francês de, digamos, vídeos independentes. Depois de assistir os vídeos, se quiser mais informações sobre os caras é só acessar aqui.
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