O que é tristeza pra você?

“O que é tristeza pra você?” é uma série de Mini-Documentários
que circundam o projeto Thomás Tristonho, cujo carro-chefe é um
curta-metragem de mesmo nome.Os artistas envolvidos nele revelam suas perspectivas a respeito do
tema “Tristeza”, enquanto somos apresentados aos seus traços.
Vale a pena dar uma conferida no projeto Thomas Tristonho.
Make it better

Depois da descoberta do motion design, uma enxurrada de vídeos com animação tipográfica veio ao mundo. Depois do primeiro, segundo, terceiro e até o quarto, as coisas começam a ficar um pouco repetitivas. Há um tempo eu não via uma animação bacana dessas. Felizmente, aqui vai uma, Make it Better.
via Design Cove.
Random Pics: Andy Warhol
“Um artista é alguém que produz coisas de que as pessoas não têm necessidade, mas que ele – por qualquer razão – pensa que seria uma boa ideia dá-las a elas.”



mais fotos: Romantic.
Bastidores

Para todo curioso que se preste, tão importante quanto ver a obra é saber como são seus bastidores. Aqui vão algumas fotos roubadas do Bitaites. Os curiosos que quiserem mais podem vasculhar o Ain’t It Cool News. Divirta-se.



Hitchcock

“Alfred Joseph Hitchcock nasceu em 13 de Agosto de 1899 em Leytonstone, pequena cidade da Inglaterra. Desde sempre, Hitch, como foi carinhosamente apelidado, se mostrou ousado e enfrentou o conservadorismo da família, que o fez estudar em um colégio de jesuítas. Seus pais não compreendiam porque o filho adorava tanto os jornais e revistas que caíam em suas mãos.
Aos 21 anos, Hitchcock concorreu a um emprego de um estúdio de cinema que estava sendo inaugurado em Londres. Logo Hitch se destacou como um inventivo designer de créditos iniciais e finais, além das necessárias legendas do cinema, na época ainda totalmente mudo, sem falas dos personagens.
Em 1922, teve sua primeira atuação como Diretor na prática, quando dirigiu o final de um filme que o estúdio onde trabalhava estava produzindo, depois que o diretor oficial do filme havia adoecido. Os executivos do estúdio ficaram surpresos com a criatividade e a dedicação daquele jovem de aparência fanfarrona.
A partir daí, Hitchcock dirigiu uma série de filmes na Inglaterra, sempre se destacando pelo formato diferenciado, pelo refinamento na composição das cenas e pelo humor requintado e até sarcástico. O Diretor começou a ser reverenciado pela crítica inglesa, e, no final dos anos 30, Hitch resolveu ousar ainda mais: foi filmar em Holywood, nos EUA.
A chata e arrogante crítica inglesa da época o chamou de “vendido”, mas Hitchcock queria mesmo expandir seus horizontes, e para isso não poupou grandiosidades em sua primeira obra americana – “Rebecca, a mulher inesquecível”, filmado em 1940, em que Hitch arrebatou logo em seu primeiro longa americano o Oscar de melhor filme (porém Hitch não ganhou como diretor, um dos muitos absurdos da história da Academia).
Sim, por incrível que pareça, Alfred Hitchcock jamais ganhou um Oscar da Academia como diretor. Mesmo assim, Hitch é considerado pelos cinéfilos de todo o mundo como o “Mestre do Suspense”, e seu estilo inconfundível encantou gerações. Como características únicas em seus filmes, há o fato de Hitch costumar fazer pequenas “pontas” (conhecidas como “cameos”) em seus filmes, geralmente no início, divertindo o público e a si mesmo como figurante de luxo.
Como compensação, certamente insuficiente para a sua importância, Hitch recebeu um prêmio especial da Academia em 1968 pelo conjunto de sua obra. Após 53 filmes, Alfred Hitchcock faleceu em 29 de Abril de 1980, em Londres, por problemas cardíacos.”



City of Shadows: Sydney Police Photographs 1912-1948
Como disse o pessoal da IdeiaFixa, isso é uma das coisas mais bacanas dessa semana. São fotos que estavam no arquivo da Polícia de Sydney. Quem quiser comprar o livro é só ir na Amazon. A qualidade artística das fotos é impressionante.

Review Red Epic-M – by Digital FX

Seguindo na onda dos reviews, agora não do @ricardojuchem, um review sobre a câmera Red.
Cool Stuff – Review do Garage Band para iPad Hands
O Ricardo Juchem da Paraphernalia fez um review bem bacana sobre o Garage Band pra iPad.
A música da vinheta de abertura foi feita no próprio Garage Band.
Curtiu? Vamos ver se ele se encoraja e a gente toca pra frente a ideia de fazer um vídeo semanal com suas dicas modernas.
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