Sorte. É de comer?

Quando eu era criança, pensava que estudar muito era o suficiente para “ser alguém na vida”. Com o tempo fui descobrindo que existia algo a mais: sorte.
Perguntei: “Como faz para ter sorte? Dá pra ler e conseguir? Trabalhar e comprar? Subornar e arrancar? Enganar e roubar?”. Sorte é uma das poucas coisas na vida que ninguém pode te tirar e nem te dar.
Egocentricamente, que bom que ninguém pode me tirar. Mas e se eu não tiver?
Tá, é melhor esquecer essa história de sorte. E ficar com a questão de que lutando a gente consegue o quer. Para cada um as coisas acontecem em seu tempo. O que é teu está guardado.
Isso tudo pode parecer autoajuda, mas ninguém passa imune a sensação de que o mundo inteiro está caminhando e só você está parado. Pelo menos, eu acho.
Uma das melhores coisas da vida é observar a vida dos outros e imaginar se as pessoas sentem e passam pelas mesmas coisas que você, conhecer histórias, angústias, realizações.
Pra quem produz arte então, nem se fala. A vida é o material bruto para criação. A vida e a ficção. Muita ficção em busca de respostas e da sinceridade que a vida real muitas vezes forja.
Será isso a sorte? Ter a habilidade de realmente enxergar e sentir a vida ao seu redor?
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